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  • Foto do escritorIver Frota

O QUE APRENDER COM A FILOSOFIA DOS NEGÓCIOS


homem escalando a montanha
Filosofia dos Negócios, o início de uma jornada!

A Filosofia dos Negócios é a linha de pesquisa de filosofia voltada ao mundo dos negócios.


Ela está dividida em quatro partes: visão de mundo, agir no mundo, a natureza do empreendedor e criando mundos.


A linha de pesquisa ganhou um livro de mesmo nome Filosofia dos Negócios. O livro traz as quatro partes com respectivos filósofos tratando de conceitos essenciais as mentes empreendedoras.


A primeira, vi­são de mundo, trata-se do olhar ampliado sobre a lente de quatro grandes pensadores: Max Weber, René Descartes, Theodor Adorno e Michel Foucault.


O sociólogo Weber abre a série falando sobre o espírito do capitalismo. O que move um povo a prosperar. Como se preparar para o mundo do capitalismo.


Descartes nos leva a conhecer o mundo racionali­zado. Como analisar a realidade de forma racional e prática.


Adorno fala do mundo centra­lizado. O domínio racional da técnica. A padronização das coisas. O poder centralizador.


Foucault nos apresenta o mundo descentralizado. Como exercer o poder. O poder ao al­cance de todos.


Os quatro pensadores apresentam conceitos que potencializam a visão de mundo.

A segunda parte, agir no mundo, trata-se da ação transformadora do mundo. Com a vi­são ampliada, é hora de agir e alavancar conquistas.


Quatro são os pensadores que nos ajudarão nesse percurso: Nicolau Maquiavel, Jean-Paul Sartre, Ludwig Wittgenstein e Jacques Der­rida.


Maquiavel nos ensina como tomar o poder e nele permanecer. Aprenderemos muito so­bre os seus conselhos. O homem domina o mundo.


Sartre nos ensina a ética do engajamento. Um mergulho na subjetividade humana. Eu com o outro. O homem constrói o mundo.


Wittgenstein nos ensina os jogos de linguagem. Aplicação e uso da diversidade dos jogos. O homem joga no mundo.


Derrida fala da desconstrução do centro. Modelos centralizadores. Ruptura com o centro natural. Descentralização. Ampliando o jogo. O homem desconstrói o mundo.


Com o mapa em mãos, é partir para ação!


Os quatro filósofos trazem conceitos de como agir no mundo.

A terceira parte, a natureza do empreendedor, trata-se da construção da personalidade. O espírito empreendedor é feito de conquistas, recuos, perdas e volta por cima.


Os autores essenciais que irão compor a série: Martin Heidegger, Hans-Georg Gadamer, Friedrich Nietzsche e Aristóteles.


Heidegger nos convida a realizar a grande travessia de nossa existência – do cotidiano ao nada; da ruína à transcendência. Somos todos e somos ninguém. Ser em um mundo com os outros.


Gadamer nos leva a natureza da linguagem. O ser de linguagem se abre ao diálogo com o tempo através do olhar distanciado. Diálogo com o mundo.


Nietzs­che nos revela as três transmutações do espírito. Um começar de novo. Um sagrado dizer sim. Espírito visionário.


Aristóteles nos ensina o caminho da escolha correta. A escolha correta leva a virtude. Como ser um cidadão virtuoso. Como não ser guiado por paixões inconsequentes.


Os quatro autores trazem conceitos importantes na preparação do espírito empreendedor.

A quarta parte, criando mundos, trata-se do desenvolvimento da criatividade. A mente empreendedora não deixa de criar. Longe das imitações. É momento de explorar as fronteiras da imaginação, da memória e da percepção.


Os autores que nos ajudarão no processo de criação: Edmund Husserl, Henri-Louis Bergson, Gilles Deleuze e Sigmund Freud.


Husserl nos leva ao fenômeno das experiências múltiplas. A realização da redução fenomenológica. A síntese da identidade na unidade. Criando diversidades, perspectivas e horizontes.


Bergson nos leva ao mundo da intuição. Da imobilidade à mobilidade. Conheci­mento acerca do instinto. Além dos esquemas intelectuais.


Deleuze nos ensina a realizar o movimento rizomático. Descobrir a heterogeneidade na multiplicidade. Conectar mundos. Somos todos nômades.


Freud nos leva ao inconsciente. O mundo dos desejos ardilosos. Os três princípios orientadores da mente. Do outro lado selvagem.


A etapa de criação de mundos explora o desenvolvimento da criatividade.

Seguir em frente; é o que vos desejo! Descobrindo mundos, do nascer ao pôr-do-sol; a urgência que não nos deixa inertes diante do muito por fazer.


Seja bem-vindo à Filosofia dos Negócios!





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